| CRÍTICAS | A Dançarina

Soko começou a dar que falar com umas canções no antigo myspace, na altura em que o homem ainda nem sequer caminha na posição vertical, mas foi com I’ll Kill Her que se tornou mesmo em fenómeno, especialmente porque Stella McCartney começou a usar a música nos seus desfiles. Era uma espécie de Alanis Morissette […]

| CRÍTICAS | Poesia Sem Fim

O chileno Alejandro Jodorowsky (vénias com saída à rectaguarda) propôs-se a realizar uma autobiografia em cinco volumes, do qual Dance of the Reality foi o primeiro. Agora, uma campanha de crowdfunding depois, chega a sua sequela, intitulado Poesia Sem Fim e com direito a estreia comercial em Portugal e tudo. E o próprio autor chileno (vénias […]

| CRÍTICAS | La La Land – Melodia do Amor

Os últimos tempos têm sido de altos e baixos para La La Land. Primeiro bateu o recorde de número de Globos de Ouro arrecadados, depois foi constituído arguido no âmbito da investigação à neogicata do plasma e agora iguala o recorde de nomeações ao Oscar. Se não perceberam o trocadilho, então é porque não andam a […]

| CRÍTICAS | Silêncio

Depois de ter deixado de ser o eterno ignorado pela Academia, tendo sido curiosamente reconhecido com um Oscar por aquele que é provavelmente o seu pior filme (sim, estou a falar de O Lobo de Wall Street), Martin Scorsese pôde finalmente dedicar-se um dos seus projectos de estimação: Silêncio, a adaptação do romance homónimo do […]

| CRÍTICAS | O Lado Obscuro da Lua

Urs (Moritz Bleibtreu) é um advogado num grande grupo farmacêutico, especialista em fusões mais ou menos hostis. O seu sucesso reflecte-se no seu estilo de vida, feito de fatos de alta costura, carros de ata cilindrada e casas minimalistas e modernistas. Tivesse uns fetiches sado-maso e Urs podia muito bem ser o Grey, daquela saga […]

| CRÍTICAS | Corrida da Morte no Ano 2000

Quanto David Carradine morreu aqui há uns anos, alegadamente depois de um truque de auto-satisfação que não correu lá muito bem, as referências nos meios de comunicação sucederam-se. Na maior parte das vezes, falou-se em demasia de Kill Bill; aqui, neste imodesto tasco cinematográfico, teria-se falado muito (e devidamente) de McQuade, O Lobo Solitário; mas em […]