| CRÍTICAS | Sabotagem

Depois de cumprido o seu tempo como governador, Arnold Schwarzenegger regressou aos ecrãs para uma nova fase na carreira. Mais velho e numa altura em que os filmes de acção mudaram – agora os action heroes são mais introspectivos e negros do que os dos anos 80 -, as expectativas eram grandes para ver o que […]

| CRÍTICAS | The Ritual

Já todos passámos por isto ou, se ainda não, iremos passar mais cedo ou mais tarde: um dia damos por nós e já não somos  apessoa que eramos. Para o bem e para o mal, crescemos e mudamos, os nossos objectivos de vida alteram-se eaté as relações com os nossos amigos de infância estão diferentes. […]

| CRÍTICAS | Western

O western, que juntamente com o jazz é a única expressão cultural genuinamente norte-americana, é caracterizado por vários sinais comuns ao género. Entre eles está o facto de serem maioritariamente histórias sobre o mito da fundação, acerca dos homens que chegam ao mundo novo e o tomam seuj em nome de um direito ao progresso […]

| CRÍTICAS | Filomena

Em Filomena, a personagem de Steve Coogan, o jornalista e ex-adido de um ministério do governo inglês Martin Sixsmith, explica que as histórias de interesse humano são apenas para pessoas vulneráveis, fracas de espírito e ignorantes. O que não deixa de ser uma inside joke, porque Filomena não é mais do que uma história de interesse humano. Mas […]

| CRÍTICAS | Silêncio

Com o advento do cinema sonoro, rapidamente os espectadores passaram a tomar o som como algo garantido e os realizadores a esquecerem-se de que este é um elemento importante na concepção fílmica, incluindo na mise-en-scene. Obviamente que vão havendo excepções que nos fazem lembrar disso – como as cenas da discoteca sem som, de Babel, […]

| CRÍTICAS | Mónica e o Desejo

Para quem acha que os nórdicos, em geral, e os suecos, em particular, são o supra-sumo da civilização, poços sem fundo de virtudes e consumidores de cultura invejáveis, é porque nunca lá foi, nunca viu um filme do Ingmar Bergman ou, simplesmente, não leu uma entrevista a Ewa Frolling (uma das musas de Bergman) em […]

| CRÍTICAS | Van Damme Implacável

A abertura de Implacável é toda ela um tratado de cinema xunga, em modo super-condensado. Mal o filme começa e ouvimos Van Damme, na pele de um polícia, a desrespeitar ordens directas para esperar por reforços e ir invadir uma casa toda grafitada para capturar o tipo que matou o seu colega (no fundo, a […]