| CRÍTICAS | O Dia da Independência – Nova Ameaça

O novo O Dia da Independência – Nova Ameaça é um exemplo perfeito do novo riquismo do blockbuster hollywoodesco da actualidade. Gente como Roland Emmerich, mas também Michael Bay, formados no cinema catástrofe dos anos 90 – aquele que encontrou na destruição aperfeiçoada pelo advento do CGI a sua razão de existir -, crescer fiel […]

| CRÍTICAS | Kickboxer – A Retaliação

Ano e meio depois de ter vingado o seu irmão e morto Dave Bautista no mundo das lutas ilegais de Muay Thai na Tailândia, estava Kurt Sloane (Alain Moussi) a chillar em casa depois de mais uma vitória na MMA (contra um tipo chamado Babalu(!)) quando diz à namorada vou tomar banho, espera por mim […]

| CRÍTICAS | Era Uma Vez… em Hollywood

A cineflia sempre foi o combustível do cinema de Quentin Tarantino, se bem que muitas vezes vemos isso ser chamado de nerdice, tendo em conta que a maior parte das suas referências vem da série b ou de subgéneros mais ou menos mal vistos na indústria. No entanto, em Era Uma Vez… Em Hollywood Tarantino […]

| CRÍTICAS | Aladdin

Precisávamos tanto que a Disney andasse a refazer os seus clássicos de animação em imagem real (inundados de CGI, claro, porque por muito que se treinem os animais estes ainda não falam), como precisamos de um buraco na cabeça. Mas pronto, já que eles existem, vamos lá vê-los. Aladdin é a nova empreitada, depois de […]

| CRÍTICAS | Mentes Perigosas

As I walk through the valley of the shadow of death.Mentes Perigosas é um daqueles casos em que a theme song é capaz de ser bem mais popular que o filme. Quer dizer, todos associam um ao outro, mas na actualidade quantos viram o filme? E, no entanto, basta ouvirmos esse primeiro verso da cantiga […]

| CRÍTICAS | O Mecânico

Sempre que alguém me fala de o Mecânico, fico logo todo entusiasmado porque presumo imediatamente de que estão a falar desse clássico pouco conhecido do cinema xunga do Dolph Lundgren, para logo ficar deprimido ao perceber que, afinal, é O Mecânico com o Jason Statham. Aconteceu tantas vezes que acabei por ter de ir perceber […]

| CRÍTICAS | Uma Mulher sem Amor

Luis Buñuel considerava Uma Mulher sem Amor como o seu pior trabalho. Realizado em 1952, durante a sua fase mexicana, o filme limita-se a trazer para o México de então o romance Pierre et Jean, de Guy de Maupassant. Mas, sejamos sinceros, não é isso que é toda a fase mexicana de Buñuel? No fundo, […]

| CRÍTICAS | Agradar, Amar e Correr Depressa

Depois de ter recebido o título oficial de sucessor da nouvelle vague, Cristophe Honoré atinge finalmente a maioridade. Agradar, Amar e Correr Depressa é o filme que deixa para trás os exercícios de cinéfila de Em Paris ou As Canções de Amor, em que tanto homenageava Truffaut como Demy, e se agarra num filme mais […]